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3 diferenças entre o e-commerce brasileiro e estrangeiro

08 de Março de 2016
A economia brasileira passa por um momento delicado, entretanto mesmo em meio a esse cenário o e-commerce continua próspero, com crescimento superior a 20% em 2015, segundo a ABComm.

O setor que movimentou quase R$ 50 bilhões e possui mais de 60 milhões de consumidores tem motivos de sobra para atrair empresas. Para uma análise mais ampla do varejo digital, fizemos uma comparação entre o e-commerce brasileiro e estrangeiro, apontando as 3 principais diferenças entre eles. Confira:

1) Taxa de conversão

Segundo a e-Marketer, a taxa de conversão nos e-commerces norteamericanos é de 3%. O número parece baixo até termos conhecimento de que a taxa de conversão nos e-commerces brasileiros é ainda menor: cerca de 1,5%, segundo a e-Bit.

A taxa de conversão representa o número de usuários que chegam a concluir uma compra na loja. Para melhorar os resultados e aumentá-la é preciso investir para oferecer diversos meios de pagamento, diversas bandeiras de cartões e recursos como a compra em um clique.

2) Pagamento

Parcelar uma compra é um antigo costume brasileiro do varejo físico que foi transferido para o varejo digital, mas não existe no mercado estrangeiro. O pagamento parcelado e sem juros traz comodidade ao consumidor e mesmo não trazendo muitas vantagens ao lojista, visto que os mesmos precisam esperar até 30 dias para o recebimento de cada parcela, é importante oferecê-lo.

3) Concentração 

De acordo com a SBVC, 70% das compras online realizadas no Brasil são feitas nos 10 principais varejistas. Desses, 41,7% são feitas nos 2 maiores. No e-commerce estrangeiro essa distribuição é mais democrática. Segundo dados do B2C European Report, no Reino Unido, por exemplo, a gigante Amazon concentra 16% de marketshare, seguida por 9% de concentração pela Tesco e 8% pelo e-Bay.
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